En este blog coloco todo lo que encuentro en la red y me interesa. Cosas mias es más por lo que me llama la intención. Y disfruto poder encontrarlas en un solo lugar a mi gusto
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
terça-feira, 8 de outubro de 2019
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Curso de Apometria - INTRODUÇÃO (Módulo 1)
comieenza ha ahblar de apometria a partir de alrededor de los 20 minutos
quarta-feira, 3 de julho de 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
domingo, 16 de junho de 2019
sexta-feira, 14 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
terça-feira, 30 de abril de 2019
Oxum (Oxum, Osun Oxum, Oxum ou Ochun) é o orixá (divindade Africano do povo Yoruba) de água doce (ao contrário Yemaya associado com água salgada) e é altamente apreciado por seus poderes cura, fertilidade, prosperidade e amor. Ela é particularmente conhecida por proteger as pessoas pobres. Como Orrisha de amor, ela geralmente é retratada como uma jovem paqueradora de grande beleza, sensual e voluptuosa, às vezes ela é retratada como uma sereia hipnotizante.
O povo Yoruba vive na região ocidental da África, especificamente no Níger. Entre este povo, Oshun é homenageado perto dos rios e acredita-se que durante seu festival anual, ela escolhe alguns dançarinos para descer nela e "possuí-los". Essas mulheres então se tornam consultoras de cura em sua aldeia.
Obatala ensinou adivinhação com cowries em Oshun, então ela é frequentemente chamada durante um trabalho oracular. Embora muitas pessoas acreditem que ela é sem homens, ela era uma das esposas de Shango, assim como sua irmã Oya. Não é recomendado trabalhar com ambos.
Oshun foi levado para a América e incorporou o panteão de novas religiões decorrentes de tradições africanas, como o candomblé do Brasil, Santeria cubana.
Como todos os orixás, um número, cores, símbolos e ofertas estão associados a ele:
- O número 5
- Cor amarela e âmbar
- Ouro e bronze
- Todos os pássaros (especialmente abutre, pavão e papagaio)
- Âmbar e cowries
- Ofertas de mel, hidromel, vinho branco, laranja, doces, abóbora e perfume.
Oshun, como todos os Orixás, tem uma personalidade especial e deve ser abordado devagar e com respeito. Um de seus mitos é que ele foi oferecido mel (sua oferta favorita) envenenado. Portanto, é altamente aconselhável saborear o mel antes de oferecê-lo para evitar que ele o ignore. Sua confiança deve ser conquistada antes de trabalhar com ela.
Para entrar em contato com Oshun, nada melhor que um banho espiritual ou uma dança extática! Eu prefiro muito mais a dança porque é assim que veio a mim: eu me vi, vestida em um vestido amarelo e dourado, dançando como um pássaro. Oshun é prazer livre, celebração da vida, alegria e beleza. Dance para ela, mas também para você: para celebrar sua beleza!
Uma segunda maneira de entrar em contato com ela é dar um passeio perto de um rio, córrego ou lago. Os Orixás são manifestações da natureza, portanto, é evidente que visitar seu reino é muito favorável. Parece que é muito sentida em rios onde a corrente é forte e a água é viva e fresca. Você pode colocar búzios em seu nome, ela vai adorar!
Uma terceira maneira é simplesmente pedir ajuda durante uma sessão de adivinhação. Ela te guiará.
Oshun é uma ajuda eficiente e rápida para os encantos do amor, dinheiro, fertilidade e proteção familiar. No entanto, deve-se notar que, na Santeria, Ellegua é chamada a pedir permissão para entrar em contato com Oshun (como acontece com todos os orixás), porque ele é o orixá da encruzilhada, o guardião das portas que nos separam de divindades. Eu aconselho você a ler e se informar antes de se aproximar de um Orixá para entender sua energia e sua história.
[id de starbox = 6]
oxum
Deusa africana do povo iorubá no panteão dos seres divinos chamados orixás. Oshun na santeria é a divindade do mundo da água, rios, riachos e riachos. Ela reina nas águas vivas dos rios. É a deusa da mudança de correntes e renovação que anima o movimento das águas vivas do rio.
Oshun é invocado para pedir a renovação e os benefícios das águas da vida na terra árida e estéril. Ela sempre acompanha a deusa YEMAYA e vive no rio. Ela incorpora amor, beleza, ternura e fertilidade. Também está associado à cultura e às artes. Ela é a mais nova das Orrishas e é uma mensageira entre o reino do Divino e o mundo comum dos humanos.
Oshun é linda, simpática, boa dançarina e adora as festividades. Simboliza a coqueteria, a graça e a sexualidade feminina. Ela pode ficar com raiva e vingativa. Ela defende muito seus filhos, mas ela também é muito rigorosa com eles e muito severa em suas punições. Ela era esposa de Shango e amiga de Éleggua que a protege. Suas cores são amarelo e dourado e seu número é 5.
Reflexão : "Se eu acalmar o barulho externo do meu mundo, eu posso ouvir a voz dos meus antepassados murmurando mensagens de sabedoria. "
Chame a deusa OSHUN para pedir a renovação de sua vida e as bênçãos das águas vivificantes em terras áridas e secas.
Deixe nascer em você este grande poder divino divino para estar em relação com o elemento água.
sábado, 6 de abril de 2019
quarta-feira, 13 de março de 2019
Hechizos De Amor Con Naranja Y Miel para enamorar a cualquier hombre sin...
Hechizos De Amor Con Naranja Y Miel para enamorar a cualquier hombre sin...
terça-feira, 5 de março de 2019
Simpatia a Iemanjá para prevenir contra as fatalidades
As fatalidades acontecem em momentos de extremo azar e é preciso estar protegido contra elas. A única maneira de fazer isso é através da prevenção, com a ajuda poderosa de Iemanjá.
Na terceira noite de Lua Cheia do ano, prepare e tome o seguinte banho. Em um litro de água fervida, acrescente um galho grande de guiné-pipiu, tampe e deixe descansar por quinze minutos.
Tome um banho normal e depois jogue essa água no seu corpo, sem molhar a cabeça. Sem enxugar-se, acenda uma vela branca e diga a seguinte oração.
Iemanjá, Rainha do Mar e das águas, Proteja-me da má sorte Auxilie-me nas dificuldades Livrando-me das fatalidades E afastando-me da morte.
Despache o que sobrar do banho em água corrente.
Simpatia a Iemanjá e Oxum para ter sorte no amor
Pegue cinco ou oito rosas brancas (números de Iemanjá e Oxum), perfume de alfazema, fitas com as cores da harmonia (azul, amarelo, rosa, branco e verde), espelho, talco, sabonete e bijuterias. Forre uma cesta com celofane, amarre uma fita no cabo de uma flor e jogue um pouco de talco e de perfume por cima. Depois, coloque o espelho, o sabonete e as bijuterias na cesta e leve para o mar.
Conte três ondas e, na quarta, ofereça a cesta à Iemanjá e a Oxum.
Simpatia a Iemanjá para ter sorte nos negócios
Pegue uma tigela de louça branca. Escreva tudo que deseja para seu negócio e coloque no fundo da tigela. Coloque mel por cima do papel.
Encha a tigela com água e 08 flores brancas.
Guarde por 8 dias e depois despache em um verde.
Ritual wicca para Prosperidade e Boa Sorte
Na noite de Lua Cheia, prepare o Altar com o Caldeirão no meio, incenso do lado Leste, uma vasilha com Mel e Leite do lado Oeste, uma Maçã do lado Norte e uma vela verde no lado Sul.
Ponha camomila ou Verbena dentro do Caldeirão.
Implore aos Deuses , aos Elfos, aos Anões Antigos:
“Seres vestidos de Seda e Peles, dou-lhes de presente o Mel e Leite, como agradecimento por me ajudar a encontrar Boa Sorte e Prosperidade”.
Guarde as ervas no saquinho verde, amarre e passe o saquinho pela fumaça do incenso e diga:
“Abençoa à todos os que vêm me ajudar, entre amigos fizemos uma troca”.
Tenha sempre o saquinho junto de si. Leve o Mel para fora de casa, deixe-o passar uma noite no sereno.
No dia seguinte, despeje-o na terra .
Invocação para o Portal da Lua Cheia
.
FAÇA-SE A LUZ
INVOCO neste momento os meus Mestres pessoais e todos os seres Superiores da Sabedoria Cósmica que me concedam passar por este portal para que eu possa receber as orientações com clareza das metas e objetivos de minha vida.
Que eu possa concretizar a vida perfeita na matéria.
Que eu possa me libertar dos pesos e das amarras do passado, que impedem a concretização, realização e materialização dos meus valores na Terra.
Que eu possa desapegar-me das ilusões e de tudo que é velho e que não serve mais ao meu Bem Supremo. Abrindo-me assim ao NOVO, renovando os valores para libertação da minha consciência.
Que se façam as ligações espirituais e materiais da abundância cósmica em todos os níveis, materializando assim minha realização pessoal, profissional, material, afetiva e espiritual.
Que eu possa enxergar os projetos, metas e objetivos de minha vida com clareza e lucidez, sem apegos ou ganâncias, mas percebendo-me como simples administrador de minha vida.
Que possa mudar minha conduta com relação aos meus familiares, libertando-os de meus apegos, para que possam seguir seus rumos com sabedoria na vida.
Que este Portal traga para mim a conexão, proteção e orientação espiritual, mostrando-me os caminhos em todos os sentidos, abrindo minha percepção extra sensorial, para que eu possa receber as instruções de meus mestres, para passar o que for necessário da melhor maneira possível ao meu próximo.
Que possa cortar todas as ligações cármicas que estão bloqueando a minha evolução pessoal e nos meus relacionamentos, seja em que nível for para libertar-me.
Que eu possa resolver as questões pendentes da melhor maneira nesta vida.
Que seja feita a Vontade Divina e não a minha.
ESTÁ CONCLUÍDO.
Fonte: Celene Thaumaturgo – Livro das Invocações – Ed. Roca.
Fonte: Celene Thaumaturgo – Livro das Invocações – Ed. Roca.
MAGIA LUNAR
A lua na magia
As bases da magia lunar
A lua e suas fases são primordiais em magia.
Quem trabalha com a magia, quem quer fazer o seu ritual de magia deverá sempre conhecer a fase lunar em que se encontra e esperar a fase lunar adequada ao ritual que pretende executar.
Não é por nada que, até os menos crentes ou os totalmente descrentes na magia, não podem negar o facto de a lua exercer influências visíveis no mundo dos factos.
Assim os puramente racionais não podem negar que a lua exerce influências sobre as marés, ou que em fase de lua cheia as maternidades enchem com as mulheres grávidas prontas para dar á luz.
Então se assim é, porque não admitir de vez, que a Lua exerce influencia sobre nós próprios?
Não somos também nós um ser da natureza?
Já pensou de onde vem a expressão “está com a lua!”
Desde sempre que, quem cultiva tem em conta as fases lunares para as suas sementeiras afim de obter uma melhor produção, tem em conta a lua para podar as árvores afim de não prejudicar o seu crescimento. Lá diz o ditado popular que, “em lua cheia, não cortes pau nem veia”.
Em vez de se dizer que tudo isso são crendices ou coisas dos antigos, talvez se deva escutar esses mesmos antigos, pois os seus muitos anos lhes trouxeram a sabedoria da vida.
Essa sabedoria também existe em magia, e ao longo dos séculos tem sido transmitida a quem a quiser ouvir. E Respeitar!
O ciclo lunar estende-se sobre 29,5 dias e corresponde a uma rotação completa da Lua á volta da Terra.
A Lua não produz luz por si mesma, mas reflecte a luz do sol, daí a lua ter as suas faces diferentemente iluminadas. A que fica virada para o sol reflecte a luz deste, a face oposta fica escura.
Quando a lua vira para a Terra a sua “face escura” estamos em lua nova, quando vira a sua face iluminada, estamos em lua cheia.
Entre a lua nova e a lua cheia: a lua cresce. É a faze crescente da lua.
Depois da lua cheia, a lua decresce: é a fase minguante.
Em função das 4 fases da lua, far-se-ão rituais diferentes.
As diversas fases são muito importantes e deverão ser tidas em conta, qualquer que seja o tipo de magia que vai praticar, seja magia branca, magia negra, magia vermelha…
Deve-se trabalhar durante a fase lunar adequada, com convicção, concentração e visualização do resultado que se quer obter com o ritual.
O seu nível de energia deve estar em alta, pois é pouco provável que obtenha quaisquer resultados, pelo menos os que você quer, se o seu nível de energia estiver baixo, ou se o seu corpo estiver debilitado.
NA LUA NOVA (ou lua negra):
Nunca se deverão fazer rituais de magia branca, pois não terão bom resultado. Não tente!
É a fase lunar mais propícia aos rituais de magia negra.
Nesta fase far-se-ão os rituais que visam influenciar uma pessoa (magia de influência), lançam-se as maldições, os quebrantos e os feitiços negativos.
Para os mais experientes nas artes mágicas também se pode fazer a magia de retorno, devolver o mal a seu dono…
A LUA CRESCENTE:
Momento apropriado para a magia positiva.
É a fase ideal para se chamar as energias positivas e praticar os rituais de prosperidade, de sucesso em empreendimentos, de desejo sexual, de atracção, mudanças positivas.
Os feitiços a praticar nesta fase são aqueles que visam atrair coisas boas para si.
NA LUA CHEIA:
É o momento em que as energias se encontram no ponto mais alto e consequentemente produzem grandes influencias.
Nesta fase se praticam todos os rituais e invocações de magia branca afim de aumentar os poderes psíquicos, extra-sensoriais, sonhos proféticos.
É o momento das iniciações, das consagrações e dos pedidos ás Deidades.
Fase ideal para todas as invocações ás Deusas Lunares, bem como para fazer rituais de fertilidade, e invocações aos espíritos.
Nota: os pedidos para a lua cheia só funcionam nos 3 primeiros dias, pois após, a mesma já começa a minguar…
NA LUA MINGUANTE:
- É o momento de eliminar as influências negativas, desfazer feitiços, quebrar a má sorte, fazer exorcismos, banir tudo o que está mal.
- É o momento apropriado para a magia destrutiva, os encantamentos negativos
A GRANDE REGRA DA MAGIA:
Constrói-se em Lua Crescente.
Destrói-se em Lua Decrescente/minguante.
MNEMOTECNICA:
Para saber se está em fase de lua crescente ou minguante, olhe para a lua e faça um traço “mental” nas duas pontas da lua.
Se fazendo essa linha você obtém um “b”: lua crescente.
Se fazendo essa linha você obtém um “d”: lua decrescente.
MAGIA E POSIÇÃO DA LUA NO SIGNOS DO ZODIACO:
A lua em carneiro:
Boa fase lunar para aumentar a sua autoridade.
Nesta fase invocam-se os Deuses da Guerra.
A lua em touro:
Fase ideal para rituais ligados ao aumento de bens, dinheiro e prosperidade.
A lua em gémeos:
Para feitiços de comunicação. Época favorável para mudanças de casa.
Lua em caranguejo:
Fase para honrar as Deidades lunares, fazer rituais de protecção da casa e de seus haveres, invocar espíritos familiares.
Lua em leão:
Para aumentar seu impacto social, coragem, fertilidade masculina.
Lua em virgem:
Para obter um emprego e aumentar suas faculdades intelectuais.
Lua em balança:
Para aumentar a sua criatividade, seu sentido de justiça, resolver problemas legais, e adquirir equilíbrio espiritual.
Lua em escorpião:
Para resolver problemas sexuais e fazer mudanças profundas.
Lua em Sagitário:
Para favorecer viagens e desvendar verdades.
Lua em capricórnio:
Para aumentar a ambição, sucesso em assuntos politicos e reconhecimento na carreira.
Lua em aquário:
Para aumentar faculdades artísticas e criativas. Para romper com velhos hábitos.
Lua em peixes:
Para favorecer os sonhos e clarividência.
Na magia lunar: o mago, a feiticeira, invocará a lua no seu ritual, a deidade lunar… são rituais poderosos, mas têm que ser feitos na fase lunar precisa.
As Deusas e sua Lua
AFRODITE – deusa grega da lua nova e crescente. Ligada ao amor, beleza e sedução.
ANUKET – deusa egípcia da lua crescente. Anuket era uma Deusa nutridora não só da terra, mas também do faraó. Foi retratada amamentando o jovem Ramsés II, transmitindo-lhe poder, saúde e muita alegria.
ÁRTEMIS – deusa grega da lua crescente (Diana para os romanos). deusa da caça e dos animais selvagens, especialmente os ursos. Ártemis era também a deusa do parto, da natureza e da colheita.
CIBELE – deusa grega da lua cheia. Cibele era a deusa dos mortos, da fertilidade, da vida selvagem, da agricultura e da Caçada Mística.
CIRCE – deusa grega da lua nova. Deusa de poções e poder, sobretudo o poder de vingar os aviltados.
EGERIA – deusa romana da lua cheia, ligada a leitura de oráculos.
FEBE – é a Deusa grega da lua cheia. Seu nome quer dizer “brilhante”, nome que foi emprestado ao seu neto Apolo, chamado de Febo. Febe era uma antiga deusa da profecia e dividia o Oráculos de Delfos com Gaia (sua mãe) e com Têmis (sua irmã).
GESTINANNA – deusa suméria da lua cheia. Deve ser invocada sempre que tivermos um sonho e não soubermos interpretá-lo.
HÉCATE – Era a deusa grega da lua negra e das encruzilhadas. Também é uma deusa da feitiçaria e da magia negra. Também é a deusa da lua minguante, da noite e da magia, guardiã dos caminhos e senhora da sabedoria.
INANA – deusa suméria da lua crescente, Em época de mudanças, esta deusa sempre está presente e pode ser invocada.
ÍSIS – deusa egípcia da lua cheia. Ísis, antes de tudo, é provedora da vida. Ísis era invocada nas antigas escrituras como a senhora da cura, restauradora da vida e fonte de ervas curativas. ela era venerada como a senhora das palavras de poder, cujos encantamentos faziam desaparecer as doenças.
LUCINA – deusa romana da lua crescente. Ligada ao parto e menopausa.
MEDUSA – deusa grega da lua cheia. Ligada a proteção feminina, leitura de oráculos, artes mágicas e sedução.
MINERVA – deusa romana da lua nova. Ligada ao comércio, educação e justiça.
MORGANA – deusa celta da lua cheia. Ligada a saúde, leitura de oráculo, artes mágicas e sedução.
PERSÉFONE – deusa grega da lua minguante. Esposa de Hades e rainha do inferno
SELENE – deusa grega da lua cheia. Era a maior divindade do firmamento, quase tão importante quanto o Sol. Selene era o órgão visual da noite e a rainha do silêncio.
TELITA – deusa babilónica da lua crescente. Rainha da lua. Tudo o que for pedido a ela sob os raios da lua, será atendido.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Hoy comienza, según la reconstrucción del calendario arbóreo celta de Robert Graves , el mes del Avellano.
El avellano (Corylus Avellana) es un arbusto caducifolio, se cree que tiene su origen en Asia Menor, de donde fue importado por los griegos. En la actualidad se cultiva principalmente en Europa, China, Australia y Turquía.
Su nombre en latín proviene del griego "korys", que quiere decir "casco", haciendo referencia al caparazón que cubre la parte superior de su fruto.
Su utilización se remonta al Neolítico, existiendo documentos que prueban que tanto su fruto como su madera ya se utilizaban en el S. IV a.C
Perteneciente a la familia de las betuláceas, actualmente se consideran unas quince especies diferentes de avellano, algunas arbustivas y otras arbóreas (cuando en vez de presentar diversos troncos estos se unen en uno solo).
En general el avellano mide entre 3 y 8 metros de alto, pero puede llegar a alcanzar los 15. Sus ramas parten desde la base y normalmente no se alejan mucho de la tierra, hacia la que se inclinan sus amentos colgantes. Sus raíces son poco profundas, largas y nudosas y su tronco posee una corteza de color marrón pálido o gris y profundamente estriada. Su madera es dura, flexible y muy resistente.
De hojas grandes y ovaladas, pecioladas, doblemente aserradas y de color verde amarillento, sus flores se presentan en amentos cilíndricos de color amarillento que pueden estar formados por flores masculinas o femeninas, en el primer caso presentan un color amarillento mientras que los segundos son de color marrón.
Su fruto, la avellana, tiene forma esferoidal y está recubierto por una cáscara fibrosa que se seca durante la maduración y rodea una cubierta lisa que aloja la semilla, la cual es comestible.
Tanto el avellano como su fruto han sido utilizados y consumidos por el hombre desde tiempos muy antiguos.
Si bien por su escaso diámetro troncal la madera del avellano no ha sido apreciada como leña tradicionalmente pero su madera, flexible y resistente ha sido utilizada en cestería y marquetería, construcción de muebles e instrumentos musicales.
Sus hojas poseen propiedades antiinflamatorias y antihemorrágicas y la cáscara de la avellana se utiliza como diurético aunque paradójicamente la avellana también se utilizado como remedio popular cuando un niño mojaba la cama.
El avellano, "Coll", ocupa el noveno lugar del celandario arbóreo celta y se corresponde a la "C" del alfabeto Ogham.
Dentro de las lenguas de origen céltico encontramos el término "coll" en muchos nombre propios y topónimos y la misma Escocia era llamada por los romanos Caledonia /por el nombre de una de las tribuas que la habitaban), aunque la etimología de este nombre no está del todo clara, según la versión más aceptada vendría a significar "Colina de los Avellanos" ("Coll", Avellano y "Dun", Colina).
Para los celtas el avellano simbolizaba la sabiduría y era utilizado también para atraer la prosperidad y la fertilidad a las tierras y a la tribu.
Era un árbol sagrado y cortar uno de ellos llegó a estar castigado con la muerte, de hecho se cree que los druídas utilizaban varas de avellano tanto para labores adivinatorias como para (al igual que los zahoríes a lo largo de todo el mundo) encontrar agua, objetos perdidos y/o metales.
La asociación de el avellano y sus frutos con la fertilidad la encontramos a en multitud de culturas a lo largo de toda la historia, así en Normandía (norte de Francia) se golpeaba tres veces con una vara de avellano a las vacas para asegurarse de que dieran leche y en Hannover (Alemania) era costumbre gritar "¡avellanas! ¡avellanas!" a los recién casados; además la novia repartía avellanas al tercer día de su boda, como símbolo de que el matrimonio había sido consumado.
También en algunas zonas de Alemania los frutos del avellano se ofrecían a los recién casados en su noche de bodas y la expresión "romper avellanas" se utilizaba como eufemismo del acto amoroso.
En Rusia era tradición que la suegra arrojase avellanas y avena a la cabeza de su yerno durante la celebración de los ritos matrimoniales mientras que en Ciudadela (Menorca, Islas Baleares) los jóvenes arrojaban cáscaras de avellana a las chicas casaderas durante la festividad de San Juan (Beltane).
En Irlanda el avellano era llamado "Bile Ratha", que viene a significar "Venerable hogar de los Sidhe" ya que se creía que en este árbol habitaban numerosas criaturas feéricas, entre ellas el hada de la poesía.
En el norte de Inglaterra las hadas protectoras del avellano y especialmente de sus frutos inmaduros eran "Melsh Dick" y en Yorkshire "Chum-milk Peg"
Esta relación del avellano con el mundo de las hadas la encontramos en numerosas culturas y tradiciones antiguas, como por ejemplo en la germánica. En uno de los más famosos cuentos tradicionales de los hermanos Grimm (célebres por recopilar en sus cuentos las leyendas y folklore alemanes) , la Cenicienta (la versión original y no la adaptación infantil que actualmente es más popular) no existe hada madrina alguna sino que la protagonista planta un brote (o una ramita) de avellano en la tumba de su madre, donde crecerá un hermoso árbol que la ayudará a cumplir sus deseos.
Se creía que comiendo el fruto del avellano este transmitía conocimientos, inspiración poética y habilidades mágicas, pues en ellos se concentraría toda la sabiduría del árbol. Las coronas de avellano y las ristras hechas de avellanas eran talismanes protectores, se creía que una buena cosecha de avellana significaba que ese año nacerían muchos niños y durante la noche de Samhain las jóvenes y los amantes quemaban estos frutos para que revelasen los nombres de los futuros esposos o su porvenir como pareja.
El avellano ha sido uno de los árboles más utilizados dentro de la botánica ocultista.
En la "Clavícula de Salomón", un famoso grimorio medieval cuya autoría era atribuída al legendario rey de Israel, se dice que la varita mágica ideal debe estar hecha de avellano, cortada de un solo golpe en el dia de Mercurio (Miércoles), a la salida, del Sol.
En otros tratados de magia se recomienda cortarla durante la Luna Llena.
El avellano, estuvo asociado fuertemente a la brujería y de hecho existe un arbusto (Hammelis Mollis) cuyo el nombre común es "Avellano Mágico" o "Avellano de las Brujas", siendo una de las razones de su nombre vulgar que florece en pleno invierno y otra la semejanza de sus frutos con las avellanas.
Paradójicamente, a pesar de la asociación del avellano con las brujas, éste también se utilizó como protección contra las mismas, por ejemplo Thomas Pennant cuenta en su "Tour in Wales" (1778)
como en Merionethshide los cadáveres eran enterrados con ramas de avellano como protección contra el mal y la brujería.
Con respecto a sus aplicaciones en la radiestesia Athanasius Kircher (sigloXVII), jesuita físico y filósofo alemán, autor de numerosas obras científicas, dice: "Se coge un renuevo de avellano (no necesariamente silvestre), o bien derecho y con nudos, se corta en dos pedazos iguales, se agujerea el extremo de uno de ellos, formando un pequeño hueco, y se corta el extremo del otro en forma de punta, de modo que el extremo del uno penetre en el otro. Se lleva en esta posición hacia adelante, sosteniéndolo entre los dos índices. Cuando se pasa por encima de hilos de agua o de venas metálicas, la varita oscila marcadamente"
El avellano y sus frutos fueron utilizados también como talismanes en la sabiduría popular durante toda la Edad Media y la Edad Moderna.
En Inglaterra se utilizaba hasta el siglo XVII un palo de avellano bifurcado para descubrir, no solo los tesoros enterrados y las aguas ocultas, como ahora, sino también a las personas culpables en los casos de homicidio y robo. Y en el Book of St. Albans (edición de 1496) se da una receta para hacerse invisible si se ha comido receta de helecho con solo llevar una vara de avellano, de braza y media de longitud, con una ramita de avellano verde inserta en ella.
Varias leyendas que nos muestran el reconocimiento que recibía por parte de los celtas y otras culturas de la antiguedad.
Así, encontramos dentro de la mitología celta al Salmón del Conocimiento, el cual había comido nueve avellanas caídas de nueve avellanos sagrados que rodeaban la Fuente de la Sabiduría, de la cual manaban cinco (a veces nueve) ríos, el Boyne, el Shannon, el Nore, el Barrow y el Slaney. El poeta Finnegas pasó siete años intentando cazar a dicho salmón ya que aquel que probara su carne adquiriría la sabiduría completa y, cuando finalmente lo logró, ordenó a el futuro héroe y jefe de la Fianna, Fionn Mac Cumhall, que por entonces era un niño y su aprendiz, que lo cocinase. Mientras así lo hacía Fionn se quemó el pulgar, e instintivamente lo introdujo en su boca. Así adquirió Fionn la sabiduría del salmón, que posteriormente podría invocar introduciéndose el pulgar en la boca y cantando el "Teinn Laida" ("Iluminación del Canto"), y gracias a la cual llegaría a ser jefe de la Fianna.
Dentro de la mitología celta encontramos varias leyendas sobre esta fuente o manatial de la sabiduría, que a menudo se sitúa cerca de Tipperary (suroeste de Irlanda) y recibe diversos nombres: Fuente de Connla, de Coelrind, de Nechtan o de Seglais (se trata del mismo manantial, que recibe distintos nombres, aunque a veces aparecen diferenciadas); en el Dindsenchas, un compendio antiguo de poemas y leyendas irlandesas se nos habla acerca de este manantial de la sabiduría, rodeado por nueve avellanos que guardaban en su interior todos los conocimientos acerca de la poesía, el arte y la ciencia, los salmones que habitaban el manantial se alimentaban de sus frutos y mostraban en sus cuerpos una mancha carmesí irisada por cada avellana que habían comido.
Según nos cuenta el Dindsenchas en un principio este manantial era inaccesible para los mortales (en algunas leyendas se encontraba bajo el mar, en otras en la Tierra de la Eterna Juventud o "Tir Nán Óg") de hecho el único que podía acercarse a la Fuente de Sabiduría era el dios Nechtan y sus tres escanciadoras pero, según una leyenda su esposa (o a veces hija) Boann, diosa celta de la fertilidad y la inspiración poética, a pesar de la prohibición de su marido, acudió a la fuente y caminó alrededor de ella en circulos, en el sentido de las agujas del reloj, desafiando su poder. Así, las aguas se levantaron violentamente por encima de ella y volvieron a caer avanzando hacia el mar. Boann fue arrastrada por las aguas y perdió un ojo, un brazo, una pierna y dependiendo de la versión de la leyenda incluso la vida, pero se convirtió en diosa del Boyne y su espíritu vivió a partir de entonces no solo en el Boyne, sino en todos los rios, en cuyas aguas se puede escuchar su canto, inspirador de los poetas y los bardos. Asi habrían llegado las aguas y el salmón de la sabiduría al mundo de los mortales.
Encontramos casi la misma leyenda (probablemente la misma pero adaptada a otro rio para explicar su nombre) en la historia de Sinann, una mujer mortal, que buscando la Fuente de la Sabiduría, desató sus aguas (ya que según algunas versiones de la leyenda, tanto de Boann como de Sinann solo los hombres podían acercarse a la fuente) y al ser ahogada, se convirtió en diosa dio origen al rio Shannon (el cual, al igual que el Boyne, partía de la Fuente de la Sabiduría).
En la mitología nórdica el avellano es también el "Árbol de la Sabiduría y está consagrado a Thor, dios del trueno. En un leyenda, Idunn o Iduna, diosa de la juventud y guardiana de las manzanas que aseguran la misma a todos los dioses es transformada en avellana para ser transportada un halcón cuando es rescatada por el dios Loki del gigante Thjazi (en algunas versiones es el propio Loki transformado en halcón y en otras es el halcón de Freya)
En la tradición griega y romana el avellano está consagrado a Hécate, diosa de la magia y la brujería; también Apolo, dios del sol, habría regalado una vara de avellano (en otras versiones de la leyenda de olivo) al dios Hermes (Mercurio) cuando este último inventó la lira y se la regaló al dios del sol, con esta vara, separó Hermes a dos serpientes que luchaban en mortal combate y que se enroscaron alrededor de la misma, convirtiéndose en el caduce, símbolo de los heraldos.
Los nacidos durante el mes del avellano se dividen (como ocurre en todos los meses arbóreos celtas) en los nativos de la Luna Nueva (primera quincena de mes) y los de la Luna Llena (segunda quincena del mes).
Los nativos del avellano son en general personas dotadas de una gran creatividad e intuición, perspicaces e inteligentes, poseen una gran lógica y capacidad de razonamiento.
Les gusta investigar y necesitan mantener su mente activa para no convertirse en personas hurañas, en ese sentido no hay mejor compañero para ellos que alguien con quien puedan conversar y polemizar sobre los temas que les apasionan.
En los individuos nacidos en el mes del avellano se mezcla la imaginación con la razón , suelen ser grandes escritores o artistas.
Tienen madera de líderes y a menudo la gente acude a pedirles consejos o se ven obligados a mediar en discusiones por su capacidad analítica, su honestidad e idelismo, que los hacen buenos jueces.
Sin embargo los nativos del avellano a veces no son capaces de valorar sus cualidades todo lo que deberían y tienen tendencia a caer fácilmente en la baja autoestima. Son muy críticos, esopecialmente consigo mismos, y a veces demasaido.
También deben de preocuparse por canalizar su energía que, mal utilizada, puede convertirse en autodestructiva.
Los nativos de la "Luna Nueva" poseen quizá más avidez de conocimientos y más curiosidad que ls nacidos durante la segunda quincena, pero a veces esto puede cnovertirse en un defecto y llevarles a ser demasiado entremetidos.
Los nativos de la "Luna Llena" son más sociables y les gusta liderar a los demás, aunque a menudo son demasiado quisquillosos y perfeccionistas.
El avellano (Corylus Avellana) es un arbusto caducifolio, se cree que tiene su origen en Asia Menor, de donde fue importado por los griegos. En la actualidad se cultiva principalmente en Europa, China, Australia y Turquía.
Su nombre en latín proviene del griego "korys", que quiere decir "casco", haciendo referencia al caparazón que cubre la parte superior de su fruto.
Su utilización se remonta al Neolítico, existiendo documentos que prueban que tanto su fruto como su madera ya se utilizaban en el S. IV a.C
Perteneciente a la familia de las betuláceas, actualmente se consideran unas quince especies diferentes de avellano, algunas arbustivas y otras arbóreas (cuando en vez de presentar diversos troncos estos se unen en uno solo).
En general el avellano mide entre 3 y 8 metros de alto, pero puede llegar a alcanzar los 15. Sus ramas parten desde la base y normalmente no se alejan mucho de la tierra, hacia la que se inclinan sus amentos colgantes. Sus raíces son poco profundas, largas y nudosas y su tronco posee una corteza de color marrón pálido o gris y profundamente estriada. Su madera es dura, flexible y muy resistente.
De hojas grandes y ovaladas, pecioladas, doblemente aserradas y de color verde amarillento, sus flores se presentan en amentos cilíndricos de color amarillento que pueden estar formados por flores masculinas o femeninas, en el primer caso presentan un color amarillento mientras que los segundos son de color marrón.
Su fruto, la avellana, tiene forma esferoidal y está recubierto por una cáscara fibrosa que se seca durante la maduración y rodea una cubierta lisa que aloja la semilla, la cual es comestible.
Tanto el avellano como su fruto han sido utilizados y consumidos por el hombre desde tiempos muy antiguos.
Si bien por su escaso diámetro troncal la madera del avellano no ha sido apreciada como leña tradicionalmente pero su madera, flexible y resistente ha sido utilizada en cestería y marquetería, construcción de muebles e instrumentos musicales.
Sus hojas poseen propiedades antiinflamatorias y antihemorrágicas y la cáscara de la avellana se utiliza como diurético aunque paradójicamente la avellana también se utilizado como remedio popular cuando un niño mojaba la cama.
El avellano, "Coll", ocupa el noveno lugar del celandario arbóreo celta y se corresponde a la "C" del alfabeto Ogham.
Dentro de las lenguas de origen céltico encontramos el término "coll" en muchos nombre propios y topónimos y la misma Escocia era llamada por los romanos Caledonia /por el nombre de una de las tribuas que la habitaban), aunque la etimología de este nombre no está del todo clara, según la versión más aceptada vendría a significar "Colina de los Avellanos" ("Coll", Avellano y "Dun", Colina).
Para los celtas el avellano simbolizaba la sabiduría y era utilizado también para atraer la prosperidad y la fertilidad a las tierras y a la tribu.
Era un árbol sagrado y cortar uno de ellos llegó a estar castigado con la muerte, de hecho se cree que los druídas utilizaban varas de avellano tanto para labores adivinatorias como para (al igual que los zahoríes a lo largo de todo el mundo) encontrar agua, objetos perdidos y/o metales.
La asociación de el avellano y sus frutos con la fertilidad la encontramos a en multitud de culturas a lo largo de toda la historia, así en Normandía (norte de Francia) se golpeaba tres veces con una vara de avellano a las vacas para asegurarse de que dieran leche y en Hannover (Alemania) era costumbre gritar "¡avellanas! ¡avellanas!" a los recién casados; además la novia repartía avellanas al tercer día de su boda, como símbolo de que el matrimonio había sido consumado.
También en algunas zonas de Alemania los frutos del avellano se ofrecían a los recién casados en su noche de bodas y la expresión "romper avellanas" se utilizaba como eufemismo del acto amoroso.
En Rusia era tradición que la suegra arrojase avellanas y avena a la cabeza de su yerno durante la celebración de los ritos matrimoniales mientras que en Ciudadela (Menorca, Islas Baleares) los jóvenes arrojaban cáscaras de avellana a las chicas casaderas durante la festividad de San Juan (Beltane).
En Irlanda el avellano era llamado "Bile Ratha", que viene a significar "Venerable hogar de los Sidhe" ya que se creía que en este árbol habitaban numerosas criaturas feéricas, entre ellas el hada de la poesía.
En el norte de Inglaterra las hadas protectoras del avellano y especialmente de sus frutos inmaduros eran "Melsh Dick" y en Yorkshire "Chum-milk Peg"
Esta relación del avellano con el mundo de las hadas la encontramos en numerosas culturas y tradiciones antiguas, como por ejemplo en la germánica. En uno de los más famosos cuentos tradicionales de los hermanos Grimm (célebres por recopilar en sus cuentos las leyendas y folklore alemanes) , la Cenicienta (la versión original y no la adaptación infantil que actualmente es más popular) no existe hada madrina alguna sino que la protagonista planta un brote (o una ramita) de avellano en la tumba de su madre, donde crecerá un hermoso árbol que la ayudará a cumplir sus deseos.
Se creía que comiendo el fruto del avellano este transmitía conocimientos, inspiración poética y habilidades mágicas, pues en ellos se concentraría toda la sabiduría del árbol. Las coronas de avellano y las ristras hechas de avellanas eran talismanes protectores, se creía que una buena cosecha de avellana significaba que ese año nacerían muchos niños y durante la noche de Samhain las jóvenes y los amantes quemaban estos frutos para que revelasen los nombres de los futuros esposos o su porvenir como pareja.
El avellano ha sido uno de los árboles más utilizados dentro de la botánica ocultista.
En la "Clavícula de Salomón", un famoso grimorio medieval cuya autoría era atribuída al legendario rey de Israel, se dice que la varita mágica ideal debe estar hecha de avellano, cortada de un solo golpe en el dia de Mercurio (Miércoles), a la salida, del Sol.
En otros tratados de magia se recomienda cortarla durante la Luna Llena.
El avellano, estuvo asociado fuertemente a la brujería y de hecho existe un arbusto (Hammelis Mollis) cuyo el nombre común es "Avellano Mágico" o "Avellano de las Brujas", siendo una de las razones de su nombre vulgar que florece en pleno invierno y otra la semejanza de sus frutos con las avellanas.
Paradójicamente, a pesar de la asociación del avellano con las brujas, éste también se utilizó como protección contra las mismas, por ejemplo Thomas Pennant cuenta en su "Tour in Wales" (1778)
como en Merionethshide los cadáveres eran enterrados con ramas de avellano como protección contra el mal y la brujería.
Con respecto a sus aplicaciones en la radiestesia Athanasius Kircher (sigloXVII), jesuita físico y filósofo alemán, autor de numerosas obras científicas, dice: "Se coge un renuevo de avellano (no necesariamente silvestre), o bien derecho y con nudos, se corta en dos pedazos iguales, se agujerea el extremo de uno de ellos, formando un pequeño hueco, y se corta el extremo del otro en forma de punta, de modo que el extremo del uno penetre en el otro. Se lleva en esta posición hacia adelante, sosteniéndolo entre los dos índices. Cuando se pasa por encima de hilos de agua o de venas metálicas, la varita oscila marcadamente"
El avellano y sus frutos fueron utilizados también como talismanes en la sabiduría popular durante toda la Edad Media y la Edad Moderna.
En Inglaterra se utilizaba hasta el siglo XVII un palo de avellano bifurcado para descubrir, no solo los tesoros enterrados y las aguas ocultas, como ahora, sino también a las personas culpables en los casos de homicidio y robo. Y en el Book of St. Albans (edición de 1496) se da una receta para hacerse invisible si se ha comido receta de helecho con solo llevar una vara de avellano, de braza y media de longitud, con una ramita de avellano verde inserta en ella.
Varias leyendas que nos muestran el reconocimiento que recibía por parte de los celtas y otras culturas de la antiguedad.
Así, encontramos dentro de la mitología celta al Salmón del Conocimiento, el cual había comido nueve avellanas caídas de nueve avellanos sagrados que rodeaban la Fuente de la Sabiduría, de la cual manaban cinco (a veces nueve) ríos, el Boyne, el Shannon, el Nore, el Barrow y el Slaney. El poeta Finnegas pasó siete años intentando cazar a dicho salmón ya que aquel que probara su carne adquiriría la sabiduría completa y, cuando finalmente lo logró, ordenó a el futuro héroe y jefe de la Fianna, Fionn Mac Cumhall, que por entonces era un niño y su aprendiz, que lo cocinase. Mientras así lo hacía Fionn se quemó el pulgar, e instintivamente lo introdujo en su boca. Así adquirió Fionn la sabiduría del salmón, que posteriormente podría invocar introduciéndose el pulgar en la boca y cantando el "Teinn Laida" ("Iluminación del Canto"), y gracias a la cual llegaría a ser jefe de la Fianna.
Dentro de la mitología celta encontramos varias leyendas sobre esta fuente o manatial de la sabiduría, que a menudo se sitúa cerca de Tipperary (suroeste de Irlanda) y recibe diversos nombres: Fuente de Connla, de Coelrind, de Nechtan o de Seglais (se trata del mismo manantial, que recibe distintos nombres, aunque a veces aparecen diferenciadas); en el Dindsenchas, un compendio antiguo de poemas y leyendas irlandesas se nos habla acerca de este manantial de la sabiduría, rodeado por nueve avellanos que guardaban en su interior todos los conocimientos acerca de la poesía, el arte y la ciencia, los salmones que habitaban el manantial se alimentaban de sus frutos y mostraban en sus cuerpos una mancha carmesí irisada por cada avellana que habían comido.
Según nos cuenta el Dindsenchas en un principio este manantial era inaccesible para los mortales (en algunas leyendas se encontraba bajo el mar, en otras en la Tierra de la Eterna Juventud o "Tir Nán Óg") de hecho el único que podía acercarse a la Fuente de Sabiduría era el dios Nechtan y sus tres escanciadoras pero, según una leyenda su esposa (o a veces hija) Boann, diosa celta de la fertilidad y la inspiración poética, a pesar de la prohibición de su marido, acudió a la fuente y caminó alrededor de ella en circulos, en el sentido de las agujas del reloj, desafiando su poder. Así, las aguas se levantaron violentamente por encima de ella y volvieron a caer avanzando hacia el mar. Boann fue arrastrada por las aguas y perdió un ojo, un brazo, una pierna y dependiendo de la versión de la leyenda incluso la vida, pero se convirtió en diosa del Boyne y su espíritu vivió a partir de entonces no solo en el Boyne, sino en todos los rios, en cuyas aguas se puede escuchar su canto, inspirador de los poetas y los bardos. Asi habrían llegado las aguas y el salmón de la sabiduría al mundo de los mortales.
Encontramos casi la misma leyenda (probablemente la misma pero adaptada a otro rio para explicar su nombre) en la historia de Sinann, una mujer mortal, que buscando la Fuente de la Sabiduría, desató sus aguas (ya que según algunas versiones de la leyenda, tanto de Boann como de Sinann solo los hombres podían acercarse a la fuente) y al ser ahogada, se convirtió en diosa dio origen al rio Shannon (el cual, al igual que el Boyne, partía de la Fuente de la Sabiduría).
En la mitología nórdica el avellano es también el "Árbol de la Sabiduría y está consagrado a Thor, dios del trueno. En un leyenda, Idunn o Iduna, diosa de la juventud y guardiana de las manzanas que aseguran la misma a todos los dioses es transformada en avellana para ser transportada un halcón cuando es rescatada por el dios Loki del gigante Thjazi (en algunas versiones es el propio Loki transformado en halcón y en otras es el halcón de Freya)
En la tradición griega y romana el avellano está consagrado a Hécate, diosa de la magia y la brujería; también Apolo, dios del sol, habría regalado una vara de avellano (en otras versiones de la leyenda de olivo) al dios Hermes (Mercurio) cuando este último inventó la lira y se la regaló al dios del sol, con esta vara, separó Hermes a dos serpientes que luchaban en mortal combate y que se enroscaron alrededor de la misma, convirtiéndose en el caduce, símbolo de los heraldos.
Los nacidos durante el mes del avellano se dividen (como ocurre en todos los meses arbóreos celtas) en los nativos de la Luna Nueva (primera quincena de mes) y los de la Luna Llena (segunda quincena del mes).
Los nativos del avellano son en general personas dotadas de una gran creatividad e intuición, perspicaces e inteligentes, poseen una gran lógica y capacidad de razonamiento.
Les gusta investigar y necesitan mantener su mente activa para no convertirse en personas hurañas, en ese sentido no hay mejor compañero para ellos que alguien con quien puedan conversar y polemizar sobre los temas que les apasionan.
En los individuos nacidos en el mes del avellano se mezcla la imaginación con la razón , suelen ser grandes escritores o artistas.
Tienen madera de líderes y a menudo la gente acude a pedirles consejos o se ven obligados a mediar en discusiones por su capacidad analítica, su honestidad e idelismo, que los hacen buenos jueces.
Sin embargo los nativos del avellano a veces no son capaces de valorar sus cualidades todo lo que deberían y tienen tendencia a caer fácilmente en la baja autoestima. Son muy críticos, esopecialmente consigo mismos, y a veces demasaido.
También deben de preocuparse por canalizar su energía que, mal utilizada, puede convertirse en autodestructiva.
Los nativos de la "Luna Nueva" poseen quizá más avidez de conocimientos y más curiosidad que ls nacidos durante la segunda quincena, pero a veces esto puede cnovertirse en un defecto y llevarles a ser demasiado entremetidos.
Los nativos de la "Luna Llena" son más sociables y les gusta liderar a los demás, aunque a menudo son demasiado quisquillosos y perfeccionistas.
Assinar:
Comentários (Atom)